POR NOSSO PALESTRA E GE

Em entrevista ao ‘ge’, o camisa 7 relembrou o período em que esteve afastado dos gramados e afirmou que ainda não estava 100% no confronto contra o São Paulo, pela competição continental.

 

– Uma lesão no adutor que rompeu tudo, rasgou tudo, e foi minha primeira lesão de ficar mais tempo parado, tratando, sem poder treinar. Era muito doloroso. Falava para a minha esposa: “Não desejo esta dor a ninguém, porque é insuportável”. Até para espirrar, fazer força, sentia como uma agulha na virilha.

 

– Era uma limitação grande e agora, graças a Deus, readquiri a confiança, fiz gol com a perna esquerda, algo bem difícil de acontecer. Até o treinador brincava que eu tinha de chutar com a esquerda. A bola sobrou e fiz o gol de esquerda, fiquei muito feliz. Estou sem dor, não desejo aquilo para ninguém, porque é insuportável, você fica triste de sentir. Limitava muito, graças a Deus não limita mais em nada. Estou feliz de estar 100% de novo.

 

Além disso, Rony comentou sobre a sua relação de amor com a Libertadores. O atacante é, desde sua chegada ao Verdão, um dos grandes nomes do torneio continental, conquistando seis vezes o prêmio de melhor jogador em campo.

 

– É uma competição que qualquer jogador gostaria de disputar, uma competição extremamente difícil, com visibilidade muito grande. É um privilégio. Para mim, ter ganhado todos os troféus de melhor em campo, de estar entre os melhores das Américas, não tem preço. Eu sempre entro focado, concentrado. Não que no Brasileiro e outras competições eu estivesse desfocado, mas é uma competição que me dá algo a mais, não tem uma explicação, encaixa certinho. Eu sempre tenho desejo de disputar, sempre quis estar disputando uma competição como esta. Gosto de coisas grandes. Acredito que a Libertadores e Rony é algo surreal.

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Em entrevista ao ‘ge’, o camisa 7 relembrou o período em que esteve afastado dos gramados e afirmou que ainda não estava 100% no confronto contra o São Paulo, pela competição continental.

 

– Uma lesão no adutor que rompeu tudo, rasgou tudo, e foi minha primeira lesão de ficar mais tempo parado, tratando, sem poder treinar. Era muito doloroso. Falava para a minha esposa: “Não desejo esta dor a ninguém, porque é insuportável”. Até para espirrar, fazer força, sentia como uma agulha na virilha.

 

– Era uma limitação grande e agora, graças a Deus, readquiri a confiança, fiz gol com a perna esquerda, algo bem difícil de acontecer. Até o treinador brincava que eu tinha de chutar com a esquerda. A bola sobrou e fiz o gol de esquerda, fiquei muito feliz. Estou sem dor, não desejo aquilo para ninguém, porque é insuportável, você fica triste de sentir. Limitava muito, graças a Deus não limita mais em nada. Estou feliz de estar 100% de novo.

 

Além disso, Rony comentou sobre a sua relação de amor com a Libertadores. O atacante é, desde sua chegada ao Verdão, um dos grandes nomes do torneio continental, conquistando seis vezes o prêmio de melhor jogador em campo.

 

– É uma competição que qualquer jogador gostaria de disputar, uma competição extremamente difícil, com visibilidade muito grande. É um privilégio. Para mim, ter ganhado todos os troféus de melhor em campo, de estar entre os melhores das Américas, não tem preço. Eu sempre entro focado, concentrado. Não que no Brasileiro e outras competições eu estivesse desfocado, mas é uma competição que me dá algo a mais, não tem uma explicação, encaixa certinho. Eu sempre tenho desejo de disputar, sempre quis estar disputando uma competição como esta. Gosto de coisas grandes. Acredito que a Libertadores e Rony é algo surreal.

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